Por Cristiane Lautert, editora-multimídia
A turma já postou aqui no blog um pouco das experiências que teve nas diferentes funções exercidas dentro do "Eu acredito..." E que tal refletirmos um pouquinho sobre o papel do âncora?
Para Barbeiro, o âncora não é
artista nem estrela. Seu trabalho consiste em pilotar o jornal, no ar e fora
dele, no estúdio. Ele precisa estar em sintonia com o produtor e os outros
jornalistas, e deve decorar a sequência do programa, para não ser surpreendido
e, assim, comprometer o andamento do jornal. O autor aconselha o âncora a usar
fones de ouvido, com o intuito de não se desconcentrar com a movimentação dos
técnicos, repórteres, apuradores e editores no estúdio.
Ele observa, ainda, a
importância da equipe e do trabalho realizado por cada um. Para ele, os
técnicos não são meros apertadores de botões, mas dão grandes contribuições ao
desenrolar do jornal. Segundo o autor, o melhor caminho para ser um bom âncora
é o de Cláudio Abramo: “jornalismo é o exercício diário da inteligência e a
prática diária do caráter”.
Rumo à 5ª edição!
Um comentário:
Aqui se vê Cris, a formação que é necessária para um bom editor. Não é pouca coisa para que saia do lugar de apertador de botões para alguém que de fato edita a informação. Eu ainda sou do tempo que a figura mais admirada da redação é o senhor editor. rsrs.
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