terça-feira, 27 de março de 2012

Eu acredito nas imagens

Por Juliana Bencke, repórter no primeiro programa.

Chegamos ao Eu acredito e descobrimos que não conhecemos todos os desafios do dia a dia de um jornalista de TV. "Bem-vindos ao mundo real".

Em reportagens produzidas para impresso ou rádio, basta a combinação 'fazer perguntas + prestar atenção no que diz o entrevistado + dar conta de anotar o mais importante' - nada simples, diga-se de passagem. Já no telejornalismo, a lista ganha mais um item: é preciso pensar em imagens, em ângulos, em enquadramentos. A experiência do cinegrafista ajuda, e muito. Mas, ainda sim, o repórter precisa espichar o olho.

A gente sente isso, de verdade, quando está cara a cara com o Premier, garimpando imagens para cobrir o off. Chega uma hora que é preciso uma imagem! É preciso de uma imagem, urgente! É preciso de uma imagem que surja do nada. Exageros à parte, esse foi um dos maiores desafios e aprendizados dessa primeira edição do Eu acredito. Na TV, imagens falam por si só e falam muito.

Como lembrou o querido Elio Brixius, a edição começa na captura das imagens. Fica a dica para o próximo programa que, eu acredito, será ainda melhor.

2 comentários:

Fabiana Piccinin disse...

Isso mesmo, é preciso lembrar sempre que contamos histórias na tv com áudio e vídeo e que estas duas linguagens ainda precisam falar entre si. O bom da experiência de vocês é que conseguem elaborar este aprendizado na prática porque fazem a reportagem e a edição também, o que ainda é pouco comum nas redações.

Jaqueline de Lara Gomes disse...

Eu concordo, Ju!
É um desafio que está nos fazendo crescer muito. Valeu turma!!!